sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Texto: Irmão Lourenço "Lawrence" (Nicholas Herman)




«Estou nas mãos de Deus; Ele fará de mim o que quiser.»
Frei Lourenço da Ressurreição | 1614 – 1691 / A prática da presença de Deus, III, 7.




Livro: A Experiência Mística de Lourenço da

 Ressurreição 


192 pgs 
Editora: Lótus do Saber 
Organizado por Alexandre S. Rocha
Autor: Brother Lawrence 

O texto escrito por este humilde carmelita versa sobre a prática da presença de Deus. Seus escritos, adotados por John Wesley, fundador do metodismo, venderam milhões de exemplares em língua inglesa e alemã. Publicado pela primeira vez em português.


Livro: A Prática da Presença de DeusIrmão Lourenço (Nicholas Herman)



Prefácio

Há mais de 300 anos, em um convento na França, um homem descobriu o segredo para viver uma vida de alegria. Com a idade de dezoito anos, Nicholas Herman vislumbrou o poder e a providência Divina através de uma simples lição que recebeu da natureza. Ele passou os dezoito anos seguintes, no exército e no serviço público. Finalmente,enfrentando uma "perturbação no espírito" que freqüentemente ocorre na meia idade,entrou para um mosteiro, onde se tornou o cozinheiro e o fabricante de sandálias para sua comunidade. Porém, o mais importante, ali começou uma viagem de 30 anos que o levou a descobrir um modo simples de viver alegremente. Nos momentos difíceis como os atuais, Nicholas Herman, conhecido como o Irmão Lourenço, descobriu e aplicou uma maneira pura e simples de andar constantemente na presença de Deus. O Irmão Lourenço era um homem gentil e de espírito alegre, evitava ser o centro das atenções,sabendo que os entretenimentos externos "estragam tudo". Logo após a sua morte foram reunidas algumas das suas cartas. Frei José de Beaufort, representante local da arquidiocese, juntou estas cartas com as memórias de quatro conversas que teve com o Irmão Lourenço, e publicou um pequeno livro intitulado “A Prática da Presença de Deus”. Neste livro, Irmão Lourenço diz, simples e maravilhosamente, a forma de caminhar continuamente com Deus, com uma atitude que não nasce da cabeça, mas a partir do coração. Irmão Lourenço legou-nos um modo de vida que está disponível para todos os que buscam conhecer a paz e a presença de Deus, de modo que qualquer pessoa, independentemente da idade ou das circunstâncias que atravessem, possam praticar em qualquer lugar e a qualquer momento. Uma das coisas agradáveis com relação à prática da Presença de Deus, é que este é um método completo. Em quatro conversas e quinze cartas, muitas das quais foram escritas para uma freira amiga do Irmão Lourenço, encontramos uma maneira direta de viver na presença de Deus, que hoje, trezentos anos depois, continua sendo prática.

(...)

XV Carta
Deus sabe melhor do que ninguém o que precisamos, e tudo o que faz é para o nosso bem. Se soubéssemos o quanto nos ama, sempre estaríamos preparados para receber de igual forma e indistintamente da sua mão, o doce e amargo; Tudo o que vem de Deus nos agrada! As aflições mais agudas parecem intoleráveis quando as vemos com a luz equivocada. Quando vemos nossas aflições vindas das mãos de Deus, quando sabemos que é nosso Pai amoroso que nos humilha e nos aflige, nossos sofrimentos perdem a sua amargura, e chegam a ser fatores de consolação. Que toda nossa ocupação seja conhecer Deus. Quanto mais o conhecemos, mais desejamos conhecer-lhe. O conhecimento é normalmente a medida do amor. Quanto mais profundo e extenso seja o nosso conhecimento, maior será o nosso amor. Se o nosso amor a Deus for grande lhe amaremos igualmente nas dores e nos prazeres. Não nos distraíamos buscado o amado Deus por alguns favores (não importa os quão elevados sejam) que nos tenha feito, ou possa nos fazer. Tais favores, ainda que sejam muito grandes, não podem nos aproximar de Deus como a fé o faz em um simples ato. Busquemos a Deus freqüentemente pela fé. Ele está dentro de nós. Não o busquemos em outro lugar. Não somos desconsiderados e somos dignos de repreensão, se Lhe deixamos só, para nos ocupar de insignificâncias que não Lhe agradam, e talvez o ofendam? Devemos temer que estas insignificâncias algum dia nos custarão caro. Comecemos a dedicar-nos a Ele com toda a seriedade. Coloquemos de lado tudo o que está em nossos corações. Ele deve possuí-lo plenamente. Supliquemos este favor a Ele. Se fizermos o que podermos de nossa parte, em breve veremos que se produz em nós essa mudança que aspiramos. Não posso agradecer o suficiente pelo alívio que te há concedido. Espero ver Deus dentro de uns dias. Oremos um pelo outro.


Traduzido por Roberto Azevedo janeiro de 2009 da versão em espanhol de Eduardo B.Coria de Janeiro 2002





Para ler on line:



Escreveu ele em A Prática da Presença de Deus:
“O método mais excelente que encontrei para ir até Deus é aquele de fazer coisas comuns sem qualquer intento de agradar aos homens e, até onde sou capaz, fazê-las puramente por amor a Deus.”
“Nas coisas que são incertas, precisamos pedir Seu auxílio para que conheçamos a Sua vontade. Nas coisas que sinto que Ele está solicitando de mim, busco ter um desempenho perfeito, realizando muito bem feito, como para Deus mesmo”.
“Nossa santificação não está na mudança de nossas obras, mas em fazer, por amor a Deus, todas aquelas coisas que normalmente fazemos por nós mesmos. Ao ocupar-nos com isso, devemos simplesmente oferecer todas as coisas a Ele antes de realizá-las e agradecer-Lhe quando as tivermos concluído.”
“Não devemos nos cansar de fazer pequenas coisas pelo amor de Deus, que não se importa com a grandeza do trabalho, mas com o amor com que é realizado. Realizo os trabalhos mais banais sem visar o reconhecimento interesseiro dos homens e quanto mais longe eu sou capaz de chegar eu o faço, puramente por amor a Ele.”
“Permita-me falar, de coração aberto, sobre o modo como vou até Deus. Todas as coisas dependem de uma renúncia sincera de tudo aquilo que você sabe que não leva a Deus. É preciso acostumar-se a uma conversa contínua com Ele – uma conversa que seja livre e simples. Precisamos conhecer que Deus está sempre intimamente ao nosso lado e entregar-lhe todos os nossos momentos.”
“Busco me acostumar a manter uma conversação contínua com Ele. Em minha conversação com Deus devo mostrar que tudo o que faço é com a intenção de louvá-lo, amá-lo incessantemente, por Sua infinita bondade e perfeição.”
“Para estar com Deus não é necessário estar sempre na igreja. Podemos fazer de nosso coração um oratório onde nos retiraremos de vez em quando para conversar com ele cheios de mansidão, humildade e amor.”
“É uma grande ilusão pensar que os momentos de oração devem ser diferentes dos outros momentos. Somos estritamente obrigados a dedicar-nos a Deus nos momentos de ação, assim como devemos dedicar-nos à oração durante o período de oração. Minhas orações não passam de uma sensação da presença de Deus. Minha alma fica simplesmente insensível, naquele momento, a qualquer outra coisa que não seja o amor divino. Quando o tempo reservado para a oração chega ao fim, não vejo diferença porque ainda continuo com Deus, louvando-O e bendizendo-O com toda a minha força, para que eu possa levar a minha vida em constante alegria. Contudo, imagino que Deus irá conceder-me mais sofrimentos quando eu estiver mais forte.”
“Em sua conversa com Deus, dedique-se também a louvá-Lo, adorá-Lo e amá-Lo sem cessar, fazendo todas essas coisas em razão de Sua infinita bondade e de Sua perfeição.”
“Não devemos ficar desanimados por conta de nossos pecados; pelo contrário, devemos simplesmente orar pedindo a graça do Senhor com total convicção, confiando nas infinitas misericórdias do Senhor Jesus Cristo.”
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"A Prática da Presença de Deus - "do Irmão Lawrence

(Traduzido por Jandira Soares Pimentel - de edição autêntica, encontrada na Internet.)
Vejam como tem tudo a ver com o livro "A Nuvem do Não-Saber" e com a prática da Oração Centrante.

A melhor regra para uma vida santa - Conversas e Cartas do Irmão Lawrence. Data provável da primeira publicação: entre 1670 e 1700.

“O bem quando Ele concede, sumamente bom; não mais quando Ele nega:
Aflições, de Sua mão soberana, são bençãos disfarçadas.
”Prefácio - “Creio na .... comunhão dos santos”.

Certamente se fosse necessária prova adicional dessa realidade, esta seria encontrada na unidade universal do Cristianismo experimental em todas as idades e todas a terras. As experiências de Thomas à Kempis, de Tauler e Madame Guyon, de John Woolman e Hester Ann Rogers, se combinam maravilhosamente e se harmonizam perfeitamente. E Nicholas Herman, de Lorraine, cujas cartas e conversas são dadas aqui, testificam a mesma verdade. Em comunhão com Roma, um irmão leigo entre Carmelitas, por muitos anos um soldado, numa era irreligiosa, entre pessoas céticas, onde nele a prática da presença de DEUS foi tanto uma realidade quanto a “guarda” dos primeiros Companheiros e a “semente sagrada” nele e em outros foram o “rebanho” (Is 6,16) do qual cresceram os lares e a piedade evangélica do século dezoito, de Epworth e de Moorfields. “Quando despojadas, estão adornadas ao máximo” é a linha que desencoraja quaisquer interpolações ou interpretações, além dos poucos conteúdos dos cabeçalhos que são oferecidos. Que o “Cristo em você” seja a “esperança da glória” para todos os que lêem.

CONVERSAÇÕES

PRIMEIRA CONVERSAÇÃO

Conversão e emprego precioso. Satisfação na presença de Deus. Fidelidade ao nosso dever. Resignação, o fruto da vigilância.

A primeira vez que vi o Irmão Lawrence foi em três de agosto, 1666. Ele me disse que DEUS lhe concedera um favor singular, em sua conversão na idade de dezoito anos. Que no inverno, olhando uma árvore despojada de suas folhas e considerando que dentro de pouco tempo suas folhas seriam renovadas, e depois disso as flores e frutos apareceriam, ele recebeu uma grande visão da Providência e Poder de Deus, que nunca se apagou de sua alma. Que esta visão como que acendeu nele um amor tão grande por DEUS, que ele não podia diferenciar se esse amor aumentou nos mais de quarenta anos que ele ainda viveu. Que ele havia sido lacaio de M. Fieubert, o tesoureiro, e que ele era um sujeito grande e desajeitado, que tudo quebrava. Que ele muito desejara ter sido admitido num mosteiro, pensando que lá ele conseguiria melhorar sua falta de jeito e (diminuir) as faltas que ele cometeria, e então ele deveria sacrificar a DEUS sua vida, com seus prazeres: mas que DEUS o havia desapontado, já que ele apenas encontrou satisfação nesse estado. Que nós deveríamos nos estabelecer num sentido da Presença de Deus, continuamente conversando com Ele. Que isto era uma coisa vergonhosa, interromper essa conversação para pensar em ninharias e tolices. Que devemos alimentar e nutrir nossas almas com altas noções de DEUS; que produziria em nós grande alegria o sermos devotados a Ele. Que devemos acelerar e animar nossa fé. Que é lamentável que tenhamos tão pouca; e que ao invés de tomar a fé como regra de conduta, os homens se divertem a si mesmos com devoções triviais, que mudam diariamente. Que o caminho da Fé era o espírito da Igreja e isto era suficiente para nos levar a um alto grau de perfeição. Que devemos nos oferecer totalmente a Deus, com respeito tanto às coisas temporais quanto espirituais, e procurar nossa satisfação apenas em fazer Sua vontade, onde quer que Ele nos conduza, por sofrimento ou consolação, pois tudo deveria ser igual para uma alma verdadeiramente resignada. Que a fidelidade é necessária nestas securas ou desolações e aborrecimento na oração, pelas quais DEUS testa nosso amor por Ele; que então era o tempo para fazermos bons e efetivos atos de resignação, onde se pode muitas vezes aperfeiçoar nosso progresso espiritual. Que em relação às misérias e pecados das quais ele ouvia diariamente no mundo, ele estava longe de se admirar delas e que, ao contrário, ele estava surpreso que não houvesse mais, considerando a malícia de que eram capazes os pecadores: que por sua parte, ele rezava por eles; mas sabendo que DEUS podia remediar os malfeitos que eles cometiam, quando Ele desejasse, ele não se dava a mais nenhuma preocupação. Que para chegar a uma tal resignação como DEUS deseja, devemos vigiar atentamente todas as paixões que se misturam, tanto nas coisas espirituais como nas de natureza mais grosseira: que DEUS dá a luz concernente a essas paixões àqueles que verdadeiramente desejam servi-Lo. Que se este fosse meu projeto, isto é, sinceramente servir a DEUS, eu poderia vir a ele (Irmão Lawrence), quando desejasse, sem nenhum medo de ser algum incômodo; mas se não, eu não o deveria visitar mais.

SEGUNDA CONVERSAÇÃO

O Amor, a razão de tudo. Antes no medo, agora na alegria. Diligência e amor. Simplicidade, a chave para a ajuda divina. Negócios tanto fora quanto dentro de casa. Tempos de oração e auto-mortificação não são essenciais para a Prática. Todos os escrúpulos trazidos a Deus. Que Ele sempre governou tudo por amor, sem visões mesquinhas; e que tendo resolvido fazer do amor de Deus a finalidade de todos os seus atos, ele encontrou motivos para estar satisfeito com seu método. Que ele ficava feliz quando podia pegar uma palhinha no chão por amor de Deus, procurando-O somente, e nada mais, nem mesmo seus dons. Que ele ficou muito confuso por um bom tempo, pensando que estava condenado; e que todos os homens do mundo não o poderiam convencer do contrário; porém tendo o mesmo raciocinado consigo mesmo sobre isso: ‘ingressei na vida religiosa apenas por amor a Deus e tenho tentado agir apenas por Ele; o que quer que me aconteça, quer eu seja salvo ou me perca, vou sempre continuar a agir puramente por amor de Deus. Terei pelo menos esse bem, que até a morte eu terei feito tudo que estiver em mim por amor dEle.’ Que essa confusão mental durou quatro anos; e que durante esse tempo ele sofreu muito.
Que após esse tempo ele viveu sua vida em perfeita liberdade e contínua alegria. Que ele colocou seus pecados entre ele e Deus, como para dizer a Ele que não merecia Seus favores, mas que Deus continuava a dar-lhe em abundância. Que de modo a formar o hábito de conversar com Deus continuamente, e oferecendo tudo que fazemos a Ele; primeiro devemos nos dedicar a Ele com algum esforço, mas depois de poucos cuidados devemos notar seu amor dentro de nós nos levar a isso sem grande dificuldade.
Que ele esperava, depois de dias felizes que Deus lhe deu, receber sua quota de dor e sofrimento; mas que ele não se preocupou com isso, sabendo muito bem que ele não poderia fazer nada por si mesmo, Deus não falharia em dar-lhe forças para suportá-los. Que quando se apresentou uma ocasião de praticar alguma virtude, ele se dirigiu a Deus, dizendo-Lhe, ‘Senhor, não posso fazer isso a menos que me capaciteis’; e que em seguida ele recebeu forças mais do que suficiente. Que quando ele falhou em seus deveres, ele apenas confessou sua culpa, dizendo a Deus, ‘nunca farei diferente, se Vós me deixais por minha conta; Vós deveis esconder minhas quedas e emendar o que está errado.’ Que após isso, não se permitiu mais nenhum desconforto sobre isso.
Que devemos agir com Deus com a maior simplicidade, falando com Ele franca e claramente e implorando Sua assistência em nossos negócios, como eles acontecem. Que Deus nunca deixou de conceder-lhe isso, como ele experimentava com frequência.
Que ele mais tarde ele foi enviado a Burgundy, para compra as provisões de vinho para a comunidade, que se tornou uma tarefa indesejada para ele, já que ele não tinha nenhum tino para negócios e por que ele era aleijado, e não podia se locomover no barco a nao ser rolando sobre os tonéis. Que contudo não se preocupou com isso, nem com a compra do vinho. Que ele disse a Deus, era do Seu negócio que ele estava cuidando e que depois disso viu que tudo se realizou a contento. Que ele foi enviado a Auvergne um ano antes para a mesma incumbência; que ele não poderia contar como tudo se passou, mas provou que se saiu bem. Então, da mesma maneira, em seus negócios na cozinha (a que ele tinha naturalmente grande aversão), tendo se acostumado a fazer tudo ali por amor de Deus, e com orações em todas as ocasiões, por Sua graça para fazer tudo bem, ele sempre achou tudo fácil, durante os quinze anos que lá ficou trabalhando. Que ele estava muito feliz com o posto que ocupava agora; mas que estava pronto a deixá-lo, tanto quanto ao primeiro, já que ele estava sempre feliz em todas as situações, fazendo pequenas coisas por amor de Deus.
Que para ele, os tempos fixados para oração não eram diferentes dos outros tempos: que ele se aposentou para orar, conforme as ordens de seu superior, mas que ele não desejava tal aposentadoria, nem pediu isso, porque seu maior trabalho não o afastava de Deus.
Que ele sabia de sua obrigação de Amar a Deus em todas as coisas, e como tinha se proposto a fazer isso, ele não precisava de um diretor que lhe aconselhasse isso; mas que ele precisava muito de um confessor que o absolvesse. Que ele era muito sensível às suas faltas mas não desencorajado por eles; que ele as confessava a Deus e não Lhe pedia que o desculpasse deles. Quando ele fazia assim, ele terminava sua prática usual de amor e adoração, em paz.
Que em sua perturbação mental, ele não consultou ninguém, mas sabendo pela luz da fé que Deus estava presente, ele se contentava em dirigir todas as suas ações a Deus, i.e., fazendo-as com um desejo de agradá-Lo, seja lá o que decorresse disso.
Que pensamentos inúteis estragam tudo: que o engano começa aí; mas que devemos rejeitá-los, tão logo percebamos sua impertinência ao assunto em questão, ou nossa salvação; e retornamos à nossa comunhão com Deus.
Que no começo ele sempre passava parte do tempo estabelecido para a oração, rejeitando pensamentos errantes e caindo de novo neles. Que ele nunca pode controlar sua devoção por certos métodos como alguns fazem. Que apesar disso, no início, ele meditou por algum tempo, mas depois ele parou, de uma maneira que não poderia dizer como.
Que todas as mortificações e outros exercícios são inúteis, mas servem para levar à união com Deus pelo amor; que ele considerou bem isto e descobriu que o caminho mais rápido para ir direto a Ele é pelo contínuo exercício do Amor, fazendo tudo por amor dEle.
Que devemos fazer uma grande diferença entre os atos da compreensão e aqueles da vontade; que os primeiros são comparativamente de pouco valor e os outros, tudo. Que nosso único negócio é amar e nos deliciar em Deus.
Que todos os tipos possíveis de mortificação, se estiverem vazios do amor de Deus, não podem apagar um único pecado. Que devemos, sem ansiedade, esperar o perdão de todos nossos pecados pelo Sangue de Jesus Cristo, apenas nos esforçando para amá-Lo de todo nosso coração. Que Deus parece ter concedido seus maiores favores aos maiores pecadores, como um sinal monumental de Sua misericórdia.
Que as maiores penas ou os prazeres deste mundo não se comparam com o que ele experimentou nos dois tipos de estado espiritual: de modo que ele não tinha preocupação com nada nem tinha medo de nada, desejando apenas Deus, e que ele não O ofendesse.
Que ele nao tinha escrúpulos; pois, disse ele, ‘quando eu falho em meu dever, eu prontamente reconheço isso, dizendo: estou acostumado a fazer isso; nunca farei de outro modo se contar comigo mesmo. Se eu não cair, então, dou graças a Deus, reconhecendo que toda a força vem Dele.’

TERCEIRA CONVERSAÇÃO

Ele me contou que a base da sua vida espiritual estava numa alta noção e estima de Deus através da fé; que quando ele finalmente compreendeu bem, não teve outro cuidado a princípio, além daquele de rejeitar prontamente qualquer outro pensamento, ‘que ele pudesse realizar todas suas tarefas por amor a Deus’. Que quando algumas vezes ele não pensava em Deus por algum bom tempo, ele não se inquietava por isto; mas, depois de reconhecer sua miséria diante de Deus, ele retornava a Ele com tanto mais confiança n’Ele tanto quanto tinha se reconhecido miserável ao esquecê-Lo.
Que a confiança que colocamos em Deus O honra muito e atrai para nós grandes graças.
Que era impossível não apenas que Deus decepcionasse, mas também que Ele deixasse por muito tempo uma alma sofrendo perfeitamente resignada a Ele e resolvida a suportar tudo por Seu Amor.
Que ele frequentemente experimentara a prontidão do socorro da divina graça em todas as ocasiões e da mesma experiência, quando ele tinha negócios a resolver, ele não pensava nisso antecipadamente, mas quando era hora de agir, ele encontrava em Deus, como num espelho límpido, tudo o que era apropriado a ele fazer. Que ultimamente ele tinha agido assim, sem antecipar cuidados; mas antes da experiência acima mencionada, ele usou isto em seus negócios.
Quando negócios externos o distraiam do pensamento de Deus, uma lembrança fresca, vinda de Deus investia em sua alma e tão o inflamava e o transportava que lhe era custoso conter-se.
Que ele estava mais unido a Deus em seus afazeres externos do que quando ele os deixava para a devoção e a solidão.
Que ele a partir de então experava muita dor de corpo e alma; que o pior que pôde lhe acontecer foi perder o senso de Deus que ele desfrutou por tanto tempo; mas que a bondade de Deus lhe assegurou que Ele não o abandonaria completamente, e que Ele lhe daria força para suportar qualquer mal que Ele permitisse acontecer a ele; e que por conseguinte ele não teve medo de nada; e que não teve ocasião de se consultar com ninguém sobre esse estado. E quando ele tentou fazer isto, ele ficou mais perplexo; e que ele estava consciente de sua prontidão para entregar sua vida por amor de Deus, que ele não tinha apreensões quanto a perigos. Que a perfeita resignação a Deus era um modo certo de ir ao céu, um modo pelo qual ele teve sempre suficiente luz para sua conduta.
Que no início da vida espirital devemos ser fiéis em cumprir o nosso dever e nos negarmos a nós mesmos; mas depois disso, alegrias inexprimíveis seguem. Que nas dificuldades devemos sempre recorrer a Jesus Cristo, e pedir Sua graça; com isso tudo se torna fácil.
Que muitos não avançam no progresso cristão porque se agarram a penitências e exercícios particulares, enquanto negligenciam o amor de Deus, que é o ‘fim’. Que isso aparecia claramente em seus trabalhos e essa era a razão pela qual vemos tão pouca virtude sólida.
Que não era necessário nem a arte nem a ciência para ir a Deus, mas apenas um coração resolutamente determinado a aplicar-se a nada além de Deus, por Ele mesmo e amar a Ele apenas.

QUARTA CONVERSAÇÃO

Ele discursava comigo frequentemente, com grande abertura de coração, a respeito de sua maneira de ir a Deus, onde alguma parte já foi relatada.
Ele me disse que tudo consiste em uma renúncia total de tudo que sentimos que não leva a Deus. Que devemos nos acostumar a nós mesmos a uma contínua conversação com Ele, com liberdade e simplicidade. Que precisamos apenas reconhecer a Deus intimamente presente em nós, de falar com Ele a todo momento, que devemos pedir Sua assistência para conhecer Sua vontade nas coisas duvidosas, e para retamente realizar aquelas que vemos que Ele espera de nós, oferecendo-as a Ele antes que as realizemos e dando a Ele graças quando terminarmos.
Que nessa conversação com Deus estamos também ocupados em louvar, adorar, e amar a Ele, incessantemente, por Sua infinita bondade e perfeição.
Que sem nos desencojarmos por causa de nossos pecados, devemos rezar pela Sua graça com perfeita confiança, confiando nos infinitos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que Deus nunca falhou em oferecer Sua graça em cada ação; que ele claramente percebeu isso e nunca falhou nisso, a não ser quando seus pensamentos vagavam fora do sentido da presença de Deus, ou quando ele esquecia de pedir Seu auxílio.
Que Deus sempre nos dá a luz em nossas dúvidas, quando não temos nenhum outro projeto a não ser agradá-Lo. Que nossa santificação não depende de mudar nossos trabalhos, mas em fazê-los por amor de Deus, o que em geral fazemos por nosso amor. Que era lamentável ver quantas pessoas trocam os meios pelo fim, viciando-se a fazer certos trabalhos, que eles realizam muito perfeitamente, por razões de seus humanos interesses.
Que o meio mais excelente que ele encontrou de ir a Deus era fazer nossos trabalhos ordinários sem nenhum propósito de agradar aos homens (Gal, 1,10, Ef, 6,5 e 6) e (tanto quanto formos capazes) puramente pelo amor de Deus.
Que era grande ilusão pensar que os momentos de oração devem ser diferentes de outros momentos; que somos estritamente obrigados a aderir a Deus pela ação no tempo da ação, tanto quanto pela oração no momento de oração.
Que sua oração era nada mais que um sentido da presencá de Deus, sua alma sendo naquela hora indiferente a tudo além do amor divino; e que quando o momento da oração terminava ele não via nenhuma diferença, porque ele continuava com Deus, louvando e bendizendo-O com toda sua força, de modo que passava sua vida em constante alegria; ainda que esperando que Deus lhe desse algo para sofrer quando ele ficasse mais forte.
Que devemos, de uma vez por todas, colocar fervorosamente toda nossa confiança em Deus e nos abandonarmos totalmente nEle, seguros de que Ele não nos decepcionará.
Que não devemos nos cansar de fazer pequenas coisas por amor a Deus, que não considera a grandeza do trabalho mas o amor com que ele é realizado. Que não devemos nos maravilhar se, no início, frequentemente falhamos em nossas empreitadas, mas que ao final teremos ganho um hábito, que irá naturalmente produzir seus frutos em nós, sem nosso cuidado, e para nossa grande alegria.
Que toda a substância da religião é a fé, esperança e caridade, pela prática das quais nos tornamos unidos à vontade de Deus; que tudo o mais é indiferente e deve ser usado como meio de chegarmos ao nosso fim, e sermos engolidos então, pela fé e caridade.
Que todas as coisas são possíveis àquele que crê; que elas são menos difíceis àquele que espera; que elas são mais fáceis àquele que ama e ainda mais fácil àquele que persevera na prática dessas três virtudes.
Que o fim que devemos propor a nós mesmo é tornarmo-nos nesta vida, os mais perfeitos adoradores de Deus que possamos ser, como desejamos ser por toda a eternidade.
Que quando entramos na vida espiritual, devemos considerar e examinar até o fundo o que nós somos. E então devemos nos considerar dignos de todo desprezo e nem merecendo nem mesmo o nome de Cristãos; sujeitos a todo tipo de miséria e incontáveis acidentes, que nos perturbam e nos causam vicissitudes perenes em nossa saúde, em nosso humor, em nossas disposições internas e externas; enfim, pessoas a quem Deus humilharia com muitas dores e trabalhos, tanto interior quanto exteriormente. Depois disso não devemos nos maravilhar que trabalhos, tentações, oposições e contradições nos aconteçam da parte dos homens. Devemos, ao contrário, nos submeter a eles, e suportá-los tanto quanto Deus deseje, como coisas altamente vantajosas para nós.
Que quanto a maior perfeição que uma alma deseje maior deve ser a sua dependência à divina graça.
Sendo questinado por um de sua Ordem, (a quem ele era obrigado a se abrir) por quais meios ele atingiu um senso tão habitual de Deus, ele lhe respondeu que, desde a sua entrada no mosteiro ele considerou Deus como o fim de todos seus pensamentos e desejos, como a marca para a qual deveriam pender, e na qual eles deveriam terminar.
Que no início de seu noviciado ele despendia as horas determinadas para a oração individual em pensar em Deus, como que para convencer sua mente e para imprimir profundamente em seu coração, a divina existência, através de sentimento devotos e submissão à luz da fé, e não por estudos da razão ou meditações elaboradas. Que por este breve e seguro método ele se exercitou no conhecimento e amor de Deus, resolvendo usar seu mais extremo esforço para viver num continuado sentido de Sua presença, e, se possível, nunca mais esquecer-se dEle.
Que quando ele tinha enchido sua mente na oração, com grandes sentimentos do Ser infinito, ele ia para seu trabalho na cozinha (pois ele era cozinheiro da comunidade). Que tendo considerado com cuidado as coisas que seu ofício exigia, ele passava todos os intervalos de sua jornada, tanto antes quanto depois do seu trabalho, em oração.
Que quando ele começou seu trabalho, ele disse a Deus com uma confiança filial n’Ele: “Oh meu Senhor, que estás comigo, eu devo agora, em obedicência aos Vossos mandamentos, aplicar minha mente nessas coisas exteriores; eu Vos suplico conceder-me a graça de continuar em Vossa presença; e para este fim dai-me Vossa assistência, receba todos os meus trabalhos e todos os meus afetos.”
Que enquanto ele procedia com seu trabalho ele continuava esta conversa familiar com seu Criador, implorando Sua graça, e oferecendo-Lhe todas as suas ações.
Quando ele terminava ele se examinava para ver como havia cumprido seu dever; se ele achava que fora bem, ele dava graças a Deus; pelo contrário, ele pedia perdão e sem se desencorajar, ele fixava sua mente novamente e continuava seu exercício da ‘presença’ de Deus como se nunca tivesse se desviado dela. “Então”, dizia ele, “levantando-me depois de minhas quedas, e pelos frequentes atos de fé e amor, cheguei a um estado onde seria difícil para mim não pensar em Deus, como era no começo, para acostumar-me a isto.
Como o Irmão Laurence encontrou tal vantagem em caminhar na presença de Deus, era natural para ele recomendar isso com insistência aos outros; mas seu exemplo foi mais forte exemplo do que quaisquer argumentos que ele pudesse propor. Seu próprio semblante era edificante, tão doce e calma devoção nele transparecia que não podia deixar de afetar aqueles que o viam.
Como foi observado que na maior agitação nos trabalhos da cozinha ele ainda preservava seu recolhimento e concentração celestial. Ele nunca estava apressado ou flanando, mas fazia cada coisa a seu tempo, com uma compostura constante e tranquilidade de espírito. “O tempo do trabalho, ele dizia, “não me é diferente do tempo da oração; e tanto no barulho e estardalhaço da minha cozinha, enquanto várias pessoas estão gritando ao mesmo tempo por coisas diferentes, Eu possuo a Deus em grande tranquilidade como se estivesse de joelhos diante do Santíssimo Sacramento.”

Tradução livre por Jandira Soares Pimentel, de texto encontrado na internet. Quando eu tiver um tempo vou traduzir as "Cartas" do Irmão Lawrence, aguardem.
Encontrei recentemente o livro em português: "Chama-se: "A Experiência Mística de Lourenço da Ressurreição", Ed. Lótus do Saber, traduzido e organizado por Alexandre Sérgio da Rocha.
e-mail: <lotusdosaber@uol.com.br>







sábado, 1 de novembro de 2014

Video: Quem são os Illuminati?

Texto: Monster High: Uma Linha de Bonecas introduzindo as Crianças à Agenda Illuminati

Cristina Mel Fala Sobre a Boneca Monster High

Monster High: Uma Linha de Bonecas introduzindo as Crianças à Agenda Illuminati



 À primeira vista, Monster High é apenas mais uma linha de bonecas da moda. No entanto, ao analisarmos o simbolismo de Monster High e os vídeos relacionados a ela, descobrimos que ela está comunicando muitas mensagens específicas para as crianças, especialmente para as meninas. Veremos como essa linha de brinquedos é usada para introduzir as crianças a alguns aspectos da agenda Illuminati.

Monster High é uma franquia de brinquedos de grande sucesso que é um pouco semelhante à linha de bonecas Bratz, pois ambas são compostas de personagens da moda com atitude. Como muitas outras franquias de brinquedos, Monster High é muito mais do que uma linha de bonecas: É uma franquia multi-plataformica, composta de brinquedos, DVD, uma série na net, vídeos de música, videogames, livros, acessórios de vestuário, e muito mais.

A marca distingue-se com o seu universo único e distorcido inspirado por filmes de monstros, terror e ficção científica. Todos as personagens são ou filhos de monstros de filmes conhecidos ou algum tipo de zumbis mortos-vivos. Enquanto o slogan de Monster High é "Seja você mesmo, seja único, seja um monstro!", Essa franquia também transmite mensagens mais profundas para o público jovem. Na verdade, um olhar mais atento às histórias em Monster High revela que ela está em perfeita sincronia com a agenda dos Illuminati, uma vez que promove temas como "hipersexualização", superficialidade, cultura da morte e até mesmo o Controle Mental Monarca. Como visto em artigos anteriores neste site, esses temas são abundantes nos meios de comunicação e o fato de eles estarem presentes em uma linha de bonecas para crianças comprova ainda mais que há um esforço contínuo para expor mentes ​​a um conjunto específico de símbolos e valores. 

Isto não deve ser nenhuma surpresa visto que Monster High foi criado pela maior empresa de brinquedos do mundo, a Mattel, com receitas de mais de 6,2 bilhões dólares por ano. O presidente do conselho de administração, Robert A. Eckert, é um membro de longa data da Comissão Trilateral e dos Bilderbergs, os dois mais poderosos círculos da elite que moldam o mundo de hoje. Como você deve saber, os representantes da empresa que frequentam essas reuniões de elite estão lá porque suas marcas podem ajudar a empurrar a agenda da elite a longo prazo. Poderosas e de longo alcance mundial, empresas como a Mattel não simplesmente vendem produtos, mas também vendem uma cultura que lhes está associada. Considerando como as crianças se apegam e até mesmo ficam obcecadas com suas bonecas e ao universo que as rodeia, qual a melhor maneira de atingir as mentes das jovens e ensiná-las os valores de uma futura Nova Ordem Mundial? Vejamos Monster High e o universo que é apresentado para as crianças.

 O Universo Monster High

 As personagens de Monster High estão vestidas com roupas que são bastante inapropriadas
 para a escola. Além disso, seus armários são em forma de caixões com crânios que servem como cadeados. Em suma, trata-se de empurrar uma cultura de sexo e morte aos jovens e crianças influenciáveis. 

 O mundo da Monster High é basicamente uma escola preenchida com a prole de famosas figuras monstruosas como Drácula e Frankenstein. As personagens usam roupas que se inclinam fortemente para o lado sexy, fazendo-nos saber que tipo de mensagem está sendo entregue ao público-alvo da Monster High: meninas com menos de 10 anos de idade. Ainda mais perturbador, a história e simbolismo associados com muitos dos personagens fortemente referem-se a conceitos escuros, como Controle Mental Monarca (se você não souber o que é isso, leia este artigo). Na verdade, a maioria dos personagens Monster High ou são criados artificialmente ou são um produto de algum tipo de experiência, e muitos delas realmente não tem uma mente própria. Elas estão todas literalmente mortas e animadas por algum tipo de força profana. Quando se acrescenta esse fato ao simbolismo e a personalidade associada com cada personagem, começamos a perceber que Monster High é sobre um bando de escravos MK. Aqui estão algumas das principais personagens:

Frankie Stein 

  Frankie Stein é filha do Frankenstein. Seu corpo inteiro é costurado e, 
às vezes, ela perde um pouco das partes de seu corpo. No simbolismo MK, isso
 representa a impotência de escravos e sua natureza fragmentada. Além disso, 
observe o seu "logo" no canto superior direito: crânio fraturado e
 costurado - o que representa uma mente fragmentada. 

Frankie Stein é uma criação artificial feita por um cientista louco (um manipulador MK?). Afirma a sua história que ela tem 15 dias de vida (dias, e não anos). Em outras palavras, seu alter persona foi criado por seu manipulador há 15 dias. Sua cabeça é presa por dois parafusos, simbolizando ela não tem uma mente própria. Os parafusos são de cores diferentes, porque eles são de polaridade diferentes, positivo e negativo. Isso se refere ao conceito de dualidade que está sempre inculcado nos escravos MK. Para enfatizar ainda mais o conceito de dualidade, seus olhos são de cores diferentes, seu cabelo é preto e branco listrado e sua página biográfica diz que sua cor favorita são "listras pretas e brancas".

Frankie Stein pode eletrocutar a si e aos outros - uma referência à tortura de eletrochoque usada em Controle Mental Monarca e aos escravos do programa.

  Frankie Stein eletrocutada. 


 Aqui está Frankie Stein em um jogo de cama escondendo um olho.
 Sim, as meninas agora podem dormir envoltas em simbolismo Illuminati.


  Falando nisso, aqui vai uma mensagem de "Feliz Ano Novo"
 da Monster High com outro sinal do proeminente "um olho".

 Operetta 

Operetta é a filha do Fantasma da Ópera. Ela se destaca nas artes do espectáculo, como cantar e dançar. Em alguns aspectos, ela é a artista estrela do grupo. Sem surpresa, o simbolismo associado a ele se encaixa perfeitamente com o simbolismo associado com estrelas pop de hoje da vida real - ou seja: o sinal do inevitável "um olho".

 Como se para destacar sua conexão com a indústria da música Illuminati, sempre 
há uma ênfase no sinal de um olho. Como as Lady Gagas ou Rihannas deste mundo, ela
 sempre quer esconder um olho ou está usando algo para enfatizar o "um olho". Além disso,
 sua guitarra tem o formato de um caixão. Em suma, ela é uma introdução ao sexo e à
 indústria da morte de música Illuminati. Além disso, eu não sei como ela pode andar
 com estes sapatos - mas isso é outra história. 

Você vai notar que sua guitarra tem o formato de um caixão, bem como porque, aparentemente, a morte é tão legal.

Operetta pratica sua música em um lugar chamado Catacumbas. O simbolismo de seu esconderijo é bastante evidente.

 O palco de Operatta é "supervisionado" por um proeminente 'olho que tudo vê'. 
  
 Em suma, Operatta parece estar contando às jovens: "Se você quer ser parte da indústria da música, você tem que abraçar esta imagem Illuminati".


Werecats 
Como vimos em artigos anteriores neste site, a programação Sex Kitten é representada na cultura popular com estampas e atributos felinos em garotas atraentes. As irmãs Werecats são bem assim.
 simbolismo das irmãs Werecats é sobre a programação Kitten.
 As gêmeas (à direita) realmente não têm uma mente própria. 

A história por trás das irmãs Werecats é bastante obscura e semelhante à história de muitos escravos MK reais. O "webisódio" chamado The Nine Lives of Toralei descreve como a irmã Werecat, Toralei, é uma órfã vagando pelas ruas que é apanhada e presa pelo "Sistema".

 As irmãs Werecat "atrás das grades" - ou re-educadas pelo sistema.



"Algumas crianças vivem em lares adotivos ou com pais adotivos, ou em orfanatos, ou com os cuidadores e responsáveis. Visto que essas crianças estão à mercê dos adultos não relacionados, esses tipos de crianças frequentemente são vendidas para se tornarem escravos de mente controlada das agências de inteligência. Resumindo, lembre-se que, visto que muitas dessas organizações são controladas pelos Illuminati, um escravo Illuminati pode muitas vezes trabalhar para um desses grupos de frente, enquanto os Illuminati mantêm o controle sobre a base do programa".

- Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave
 


As irmãs são então "recrutadas" pela "diretora" da Monster High. Você vai perceber 
que ela está segurando a cabeça na mão, uma forma de mostrar que os manipuladores 
MK são também muitas vezes de mente controlada. 

Será que a Monster High é realmente um sítio de programação MK? Hmmm.

Fato relevante: Marilyn Monroe, o protótipo da Programação Kitten também foi declarada ter estado em "guarda do Estado" e vivia em lares adotivos durante sua juventude. Outro fato relevante: O pai do MK-Ultra,Josef Mengele, fez experiências com milhares de gêmeos para aperfeiçoar as técnicas de controle mental.

Vídeos

O site da Monster High contém numerosos "webisódios" animados que são extremamente populares (cada um deles já acumulou milhões de visualizações no YouTube). Embora o objetivo principal desses curtos vídeos seja vender bonecas, há, no entanto, muito simbolismo neles. Além disso, alguns vídeos referem-se a conceitos de controle mental de forma bastante evidente. Vejamos alguns desses vídeos.

 Personalidade Dupla

Este vídeo trata do núcleo de programação monarca: a criação de alter personas completamente separadas. O namorado de Frankie Stein, chamado Jackson, descobre que ele tem uma personalidadealter que atua completamente separada dele. No início do vídeo, ele diz:


"Toda vez que eu acordo em algum beco escuro sozinho e confuso, é tudo por causa dele! Eu tenho muito a dizer a esse cara. Mas eu não posso nem confrontá-lo sobre isso... porque ele sou eu."
 


 Holt, o persona alter "legal" de Jackson tem uma tatuagem em torno de um dos olhos, 
como se fosse para enfatizar o Controle Mental Illuminati subjacente a essa história. 

No final, Frankie Stein rompe-se com Jackson e seu alter até que eles possam "resolver suas diferenças". Por que as crianças estõ sendo expostas a isso? Qual é o objetivo? Eu não acho que muitas meninas vão se identificar com essa história.

De qualquer forma, os problemas de Jackson com seu alter persona aparecem em vários outros "webisódios".

 No episódio intitulado "I Know What You Did Frightday Last", a diretora desencadeia
 o alter persona de Jackson usando música - uma técnica MK real - visto que ela precisa
 do criativo Holt para pintar um mural. 

 Desfazendo o Voodoo 
 
Outro "webisódio" foca Hoodude, um boneco de vodu que está em um dia ruim e, visto que ele é um boneco de vodu, todo mundo na escola está tendo um dia ruim também.
 Hoodude é mais um personagem que é criado artificialmente e que realmente não tem
 uma mente própria. Além disso, há o 'um olho' acontecendo ali também, visto que seus
 botões são cores diferentes.
A magia vodu é outro aspecto muito importante do Controle Mental Monarca, que é representada em Monster High.

 "Ao discutir como  controle mental baseado em trauma é feito, vodu deve ser incluído como um componente. Muitos dos escravos de mente controlada tiveram vodu como parte de seu trauma, e muitos tinham bonecos de vodu colocados em seus sistemas. Quando votos e juramentos são feitos, um objeto é dado ao culto satânico ou aos Illuminati para o Guarda dos Selos guardar. Se o voto for quebrado, a magia vodu pode ser usada contra o infrator, utilizando o objeto dado na vedação." 

- Ibid.

Para resolver o problema Hoodude, as meninas da escola pedem a ajuda de Scarah, a leitora de mente.
 
  Scarah lê a mente de Hoodude.

É interessante notar que muitos escravos MK reais recebem treinamento de percepção extra-sensorial - que inclui a telepatia, leitura da mente e visão remota. 
Scarah depois conta para os amigos que eles precisam, literalmente, entrar na cabeça de Hoodude para corrigir seus problemas de autoestima. 
 As meninas entram em algum tipo de laboratório de 
controle mental para entrar no cérebro do Hoodoo. 

 Dentro do cérebro de Hoodude, as meninas encontram a parte relacionada à auto-estima e o "reprogramam" para amar a si mesmo. 

 Scarah reconecta dois fios soltos dentro do cérebro
 Hoodude para que ele ame a si mesmo novamente.  

 Hoodude agora pode olhar-se no espelho e amar a si mesmo novamente.  

Em suma, esse vídeo é sobre um "boneco" criado artificialmente que não age como o esperado. Ele tem, então, literalmente sua mente controlada e reprogramada para ter mais auto-estima. Hoodude não se sucedeu em melhorar a si mesmo ou a aceitar suas falhas, então algum leitor de mente entrou em seu cérebro para reprogramá-lo. Eu não acho que essa é uma grande lição para as crianças. 
Há muitos outros vídeos da Monster High que estão cheios desse tipo de simbolismo. No entanto, eu
acredito que todos nós já sofremos bastante passando apenas por esses três.  

Conclusão

Posso imaginar algumas pessoas que lêem este artigo pensando: "Ele está falando de bonecas e desenhos animados agora? Que tal falar sobre as verdadeiras questões como política, resmungar e resmungar". Sim, em um nível superficial, falar sobre bonecas e desenhos animados pode não soar como uma análise "séria". No entanto, devemos lembrar que,
para os poderes constituídos, não há nada mais grave do que capturar as mentes das crianças em uma idade jovem, a fim de moldá-las para o futuro. Para propagandistas, não existe limite de idade para empurrar uma mensagem. Eles percebem que quanto mais jovem o público, mais eficaz a sua mensagem será. Especialistas em marketing sabem que a fidelidade à marca é ensinada em idade muito precoce (isso é, ketchup Heinz, cereais Kellogs, etc.) e a propaganda simplesmente trasmite mais um produto para o mercado.

Então, que tipo de mensagem  uma franquia como Monster High comunica às crianças? Existem vários níveis. 
Em um nível básico, as personagens de Monster High estão visualmente "hipersexualizadas" visto que elas estão vestidas com roupas que só podem ser encontradas em sex shops. Considerando o mercado-alvo da boneca (meninas com menos de 10 anos), podemos imaginar como isso treina garotas para acreditar que, para ser legal, elas têm que ser muito sexy e muito cedo. Também, há esse culto da morte acontecendo, com caixão em forma de armários, caixão em forma de celulares, caixão em forma de guitarra e crânios em toda parte. Misture esses dois aspectos muito visíveis junto e você tem a mídia de massa do sexo e da morte que é constantemente empurrada para todos os públicos, mas particularmente aos jovens. Além disso, os personagens em Monster High evoluem em um contexto que é completamente cheio de superficialidade, aparências e materialismo - todos os valores que estão ativamente sendo promovidos à juventude de hoje. Quando os fãs de Monster High saírem dessa fase de boneca, eles passarão provavelmente a assistir a vídeos de música e programas de televisão que promovem exatamente o mesmo conjunto de valores. Infelizmente, eles não vão questionar nada disso, porque eles têm sido expostos a essa Agenda desde pequenos. 
 No nível secundário, quase tudo em Moster High se relaciona de uma forma ou de outra para com o mundo escuro e perturbador do Controle Mental dos Illuminati. A escola pode ser comparada a um centro de programação MK, liderada por uma "diretora", cuja própria cabeça aparece fora em um símbolo literal de dissociação. Todos os alunos são criações ou artificiais ou zumbis que não têm uma mente própria (engraçado como música tema da linha termina com as palavras "Você não quer ser um monstro também?" Conceitos associados ao controle mental baseado em trauma, tais como alter-personas, dualidade, dissociação, programação Kitten e até mesmo tortura de eletrochoque são representados em Monster High. Como se isso não bastasse, a franquia toda da Monster High está combinada com o simbolismo dos Illuminati que eu descrevo de vez em quando neste site, provando que  esse simbolismo não é acidental e também que a Agenda está sendo promovida em todo lugar... até mesmo para as crianças que querem apenas brincar com bonecas. 
Então, por que eles fazem isso? Porque, como Hitler declarou: "Só ele, que é dono da juventude, ganha o futuro."



 Fonte: VC

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Monster High: o que há por trás das bonecas monstro?

Por Silvio Costa em 9 de agosto de 2014 



Reproduzo um artigo escrito por Juliana Kontopp Henklein e publicado essa semana no portal Seara News.
Aproveito para chamar a atenção dos pais e mães cristãos a verificarem o tipo de “entretenimento” aos quais seus filhos estão sendo induzidos ou submetidos. Abaixo o texto integral de Juliana.
Parece que quando os desenhos animados e brinquedos tinham mensagens subliminares, tínhamos mais cuidado. Agora que está tudo descarado, na cara mesmo, é liberado, pode tudo!
Pelo amor de Deus… MONSTER HIGH? Traduzindo: MONSTRO ELEVADO.
Ora, o que seria um monstro? Vamos ver no dicionário secular.
Significado de Monstro:
s.m. Tudo o que é contra a ordem regular da natureza.
Fisiologia. Animal que no todo ou em algumas das suas partes se afasta da estrutura ou da conformação natural da sua espécie ou sexo, e cujo estudo pertence à teratologia.
Pessoa cruel, feroz, desumana, perversa.
Pessoa muito feia, horrorosa.
É, acho que coisa boa não é!
Mas não é só um MONSTRO, é um MOSTRO ELEVADO!
Basta olhar ao pé da letra que não é coisa boa!
Não está convencido? Ok!
NO problem!
Estes são apenas alguns dos personagens:
Bonita Femur: filha de Mothman, uma criatura sobrenatural, cuja aparição está associada ao acontecimento de futuros desastres.
Twyla: filha do Boogey Man, que pela wikipedia, pode ser usado como um “apelido” para o próprio diabo, que atormenta crianças que não se comportam bem, aparecendo em seus quartos!
Spectra Vondergeist: filha de fantasmas.
Sloman: filho de zombis.
Scarah: filha de Banshee, uma fada do mal, obscura, quando alguém a visse sabia que seu fim estava próximo.
Rochelle Goyle: filha de Gargoyles.
Heath Burns: filho do fogo, (preciso dizer alguma coisa?).
Ghoulia Yelps: filha de zoombies, seu nome é derivado do nome Ghoul que é um demônio que associado a cemitérios. Esse demônio se apropria de crianças novas.
Alguns podem até olhar e achar elas lindas, bem arrumadas. Mas, você realmente acha que o diabo iria colocar essas bonecas como elas realmente são, em forma de demônios horríveis para ninguém querer comprar? Acho que não! Não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz (2Co 11.14).
Soubemos de tantos casos de pessoas que deram essas bonecas para seus filhos, e tiveram experiências sobrenaturais, desde convulsões até tentativas de crianças tentarem se matar para morar num caixão igual as das monsters high!

Povo de Deus vamos acordar! Como filhos de Deus não podemos permitir tamanha porta escancarada para o inimigo entrar e atacar nossos filhos!
Vamos parar com esse negocio de “não tem nada a ver, é só uma boneca”, porque não é!
Pesquisei os nomes de todas as bonecas no site americano http://www.monsterhigh.com e todas tem nomes, e pais ligados aos demônios! TODAS! Toda sorte de monstros! Eu mesma pesquisei seus significados, se não acredita veja você mesmo! Estão no site todos os nomes! Até boneco de vodu tem!
Deus abra os olhos do teu povo!
Se você tem qualquer coisa dessas bonecas jogue fora, unja, consagre seus filhos, repreenda qualquer seta do maligno! Não adianta só orar e continuar com essas coisas em casa. Na bíblia diz que se sabemos que algo é consagrado aos demônios e trazemos para dentro de nossas casas nos tornamos associados a eles!
Jogue fora! 
Deus abençoe!